André Costa
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Hoje: 06/12/2016

Acesso Restrito



Crise Civilizatória

Crise CivilizatóriaSegundo Luiz Eduardo Cheida:

“A humanidade está diante de uma encruzilhada civilizatória. Nosso modelo de civilização parece ter esgotado as chances de manter o planeta ambientalmente equilibrado.”

Para Geraldo Luís Lino:

“É uma crise marcada por um processo que podemos qualificar como a ‘desumanização da Humanidade’.”

Assim, podemos definir a Crise Civilizatória como sendo uma crise ética que, sobre tudo, impões à sociedade conceitos e valores distorcidos, onde figura no centro das atenções e das proteções o mercado, a economia, o contexto patrimonial e, até mesmo, o meio ambiente, em detrimento ao ser humano.

Podemos caracterizar a Crise Civilizatória por:

  • Banalização das Guerras, da fome, da miséria;
  • Violência crescente;
  • Comportamento social (antissocial);
  • Desvalorização da instituição familiar;
  • Consumismo;
  • Supervalorização da economia;
  • Falta de comprometimento ético;
  • Deturpação moral;
  • Desvalorização da vida;
  • Domínio do egoísmo.

Não há outras crises ou outras prioridades frente à Crise Civilizatória... Está se coloca como pivô das diversas crises que assolam a humanidade.

Assim:

  • Há que se fugir dos processos conservadores em busca de novas verdades;
  • Recuperar as propostas humanistas desde o século 17. Pôr a pessoa humana como primeiro protagonista. Recuperar a dignidade do ser humano;
  • Educar as pessoas para os direitos humanos, para a justiça social. Isto é responsabilidade de todos, do estado, das famílias, dos cientistas, dos filósofos etc.;
  • Estimular a participação popular organizada. Os partidos e demais forças políticas não podem nada sem o apoio popular;
  • Cobrar coerência de parte do governo e dos parlamentares de todos os níveis.

Assumir uma postura coerente enquanto indivíduo.

“Muda que quando a gente muda o mundo muda com a gente

A gente muda o mundo na mudança da mente

E quando a mente muda a gente anda pra frente

E quando a gente manda ninguém manda na gente!

Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura

Na mudança de postura a gente fica mais seguro

Na mudança do presente a gente molda o futuro!”

(Até Quando – Gabriel “O Pensador”)

Fontes:

ALTVATER, Elmar (Trad: Wolfgang Leo Maar). O preço da riqueza: pilhagem ambiental e a nova (des)ordem mundial. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1995.

BOFF, Leonardo. ECOLOGIA: grito da terra, grito dos pobres. São Paulo: Ática, 1996.

GUIMARÃES, Roberto Passos. Desenvolvimento sustentável: da retórica à formulação de políticas públicas. In: BECKER, B. K.; MIRANDA, M. A  geografia do desenvolvi mento sustentável. Rio de Janeiro: Ed. da UFRJ, 1997.

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